LALOKA

A casa

A origem

O nome chegou por um doce. Numa viagem, os donos comeram um alfajor chamado La Loka e trouxeram a palavra de volta. O doce foi só o caminho: o que ficou foi o nome, e o que o nome carrega.

E a rainha

A palavra vem de Joana I de Castela, rainha no século XVI, que a corte apelidou de la loca. Historiadores discutem até hoje o quanto daquela alcunha era diagnóstico e o quanto era conveniência de quem queria o trono. É essa a leitura que a casa herda: quem foi chamada de louca por não caber no protocolo. A casa ficou com a palavra, não com a doença.

A brasa fica à vista, no meio do salão. É de lá que sai a maior parte do cardápio, e é ela que dá o cheiro que a casa tem quando você entra.

A parrilla

O fogo fica no meio do salão

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A lenha

A brasa não fica escondida numa cozinha. Ela fica no meio do salão, e é a primeira coisa que se ouve quando a porta abre.

Com quem

A casa não fabrica o que serve. Estes são os nomes por trás do que chega na brasa e na mesa.

A carne
Vem do Frigorífico Silva, e é Hereford.
A bebida
A cerveja e os destilados são da linha Ambev.

A carta tem vinícolas do Rio Grande do Sul — os rótulos entram aqui quando a casa mandar a lista.

Quem faz

Os donos ficam no salão todo dia. Quem atende conhece o cardápio de cor e sabe o que está bom hoje — pergunte.

Ver o cardápio

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