●A lenha
●A brasa não fica escondida numa cozinha. Ela fica no meio do salão, e é a primeira coisa que se ouve quando a porta abre.

●A casa
●●A origem
●O nome chegou por um doce. Numa viagem, os donos comeram um alfajor chamado La Loka e trouxeram a palavra de volta. O doce foi só o caminho: o que ficou foi o nome, e o que o nome carrega.
●E a rainha
●A palavra vem de Joana I de Castela, rainha no século XVI, que a corte apelidou de la loca. Historiadores discutem até hoje o quanto daquela alcunha era diagnóstico e o quanto era conveniência de quem queria o trono. É essa a leitura que a casa herda: quem foi chamada de louca por não caber no protocolo. A casa ficou com a palavra, não com a doença.
●A brasa fica à vista, no meio do salão. É de lá que sai a maior parte do cardápio, e é ela que dá o cheiro que a casa tem quando você entra.
●A parrilla

●A brasa não fica escondida numa cozinha. Ela fica no meio do salão, e é a primeira coisa que se ouve quando a porta abre.
●Com quem
●A casa não fabrica o que serve. Estes são os nomes por trás do que chega na brasa e na mesa.
●A carta tem vinícolas do Rio Grande do Sul — os rótulos entram aqui quando a casa mandar a lista.
●Quem faz
●Os donos ficam no salão todo dia. Quem atende conhece o cardápio de cor e sabe o que está bom hoje — pergunte.
Ver o cardápioversão para revisão · os textos marcados com ● são sugestões e ainda não foram aprovados pela casa